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Vencemos! Tribunal Arbitral!

Já não é uma miragem.

Falta muito. Mas um passo de gigante foi dado.

Orbigado a todos os que acreditaram.

We Protect

Athorney's office
Legal protection of consumers

mario 3

20 Anos depois: que políticas e que futuro?
Secretário-geral por Ocasião das Comemorações do 30º Aniversário da ACRA  

"Só no último ano, 2016, das 109 amostras recolhidas em 74 estabelecimentos diferentes em seis ilhas (São Miguel, Terceira, Pico, Faial, São Jorge e Sta. Maria) que a ACRA mandou analisar, verificou-se que em 99 casos, ou seja, 91% não cumprem os valores guia da norma INSA 2005 que determina os critérios para avaliação da qualidade microbiológica de alimentos prontos a comer. Este estado de coisas dá-nos a perfeita noção da gravidade da situação, o que é deveras lamentável, e indicia a menor atenção, senão mesmo, a negligência grosseira, das autoridades que tutelam a área, ou, porventura, o que será bem mais grave, um menor apreço por bens jurídicos como a saúde e a vida."

Ver comunicação completa

 

 

 

 

 

mario foto

Secretário-geral põe a nú incoerências na gestão dos dinheiros públicos  

"As incoerências são de tal modo notórias, que questionamos se não irá sendo tempo de reflectirem, ou talvez melhor, inflectirem, emendarem a mão, porque a continuarem os tiques que um poder que corrompe e que, quando absoluto, corrompe absolutamente, não sei onde iremos parar!"

Ir para "Secretário-geral põe a nú incoerências na gestão dos dinheiros públicos"



Portuguese consumers confidence continue to rise

Reality or mermaid song?

O índice de confiança dos consumidores portugueses continua a atingir valores históricos, chegando aos 71 pontos no primeiro trimestre de 2016, mais cinco pontos em termos trimestrais e mais 12 pontos em termos homólogos, segundo um estudo.

De acordo com o Estudo Global de Confiança dos Consumidores, da empresa de estudos de mercado Nielsen, “o índice de confiança dos consumidores portugueses continua a subir e a alcançar valores históricos” e está a “um passo” de alcançar a média europeia (78 pontos), que sofreu uma queda ligeira face ao trimestre anterior (81 pontos).

Após as despesas essenciais, os portugueses estão a usar o dinheiro que lhes sobra sobretudo nas férias (21% contra 17% do trimestre anterior), em poupanças (47% face a 44% do trimestre anterior), na compra de vestuário (19% face a 18% do trimestre anterior) ou em novos produtos tecnológicos (15% face a 8% do trimestre anterior).

No entanto, 21% continua a admitir que não consegue poupar qualquer dinheiro além dos gastos essenciais, ainda assim em percentagem inferior face ao trimestre anterior (27%).

Existem mais portugueses a admitir que o país esteja a viver um momento de recessão económica (80% face a 74% no trimestre passado), sendo que 59% não acredita que essa crise será ultrapassada nos próximos 12 meses.

O emprego continua a ser uma das principais preocupações dos portugueses, sendo a principal preocupação para 22% e a segunda principal preocupação para 7%.

A este propósito, 83% dos inquiridos confessa não ter boas perspetivas para os próximos 12 meses, número bastante semelhante ao alcançado no ano anterior e superior à média europeia (69%), que revela uma ligeira subida face ao ano anterior.

Também o equilíbrio entre a vida pessoal e profissional (30%), a saúde (30%) e a segurança no emprego (29%) são motivo de preocupação dos portugueses.

O terrorismo (22%) e a economia (21%) continuam também a estar no topo das preocupações dos europeus.

No que diz respeito aos hábitos de compra, o estudo mostra que eles mudaram devido a um clima de recessão económica e adianta que, “prova disso, é o facto de 66% admitir que mudou os seus hábitos de consumo de forma a poupar nas despesas com o lar”.

Desta forma, 58% optaram por cortar nas despesas com o entretenimento fora de casa e 58% procuraram poupar nas despesas com o gás e eletricidade, 57% optaram por gastar menos na compra de vestuário e 50% optaram por produtos mais baratos.

E mesmo num cenário pós-recessão económica, 45% dizem que vão continuar a poupar nos gastos com o gás e eletricidade, 31% nas despesas com refeições ‘take-away’ (venda para fora) e 27% pretendem continuar a optar por produtos mais baratos assim como continuar a gastar menos no entretenimento fora de casa.

Espanha, a par de Portugal, também aumentou o seu índice de confiança atingindo os 74 pontos, mas países como a Alemanha (97 pontos), França (64 pontos), Itália (59 pontos), Reino Unido (97 pontos) e Rússia (63 pontos) apresentaram descidas. A Grécia manteve o seu índice de confiança com 53 pontos.

PICO
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